O que não se vê também existe: Reflexões sobre a Saudade e a Luz Própria

Daniel Arraes Reino
Autor
Publicado em
17 de abril de 2026

Carrego em mim um Brasil profundo, de passos lentos e horizontes largos.
Aprendi cedo que o que não se vê também existe — e às vezes é justamente o que mais pesa.
Sinto uma tristeza profunda pelos que ficaram para trás.
Minha gata, minha cachorra, meu gato.
Companheiros silenciosos que ainda caminham comigo na memória,
como se o amor não aceitasse fronteiras nem despedidas.
Às vezes eu rio de mim mesmo,
quando penso que Deus está aí, cuidando,
mesmo quando tudo parece quebrado.
Minha fé ri de mim,
porque mesmo na dor, algo insiste em viver.
Há dias em que a solidão pesa demais.
Mas eu passo um giz na dor,
e arco-iriso o vazio,
tentando colorir aquilo que a saudade insiste em cinza.
A vida segue — um tanto flor, um tanto leito de rio.
Entre a dor e a beleza, eu continuo.
Aprendendo com o sol, todos os dias,
que viver é tentar, mesmo tremendo,
viver da própria luz.
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